10 dicas para ter Independência Financeira Quer fazer o seu dinheiro trabalhar para você? Então veja nossas dicas de como alcançar sonhada a Independência Financeira gplus
   

10 dicas para ter Independência Financeira

Quer fazer o seu dinheiro trabalhar para você? Então veja nossas dicas de como alcançar sonhada a Independência Financeira

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Muitas pessoas acreditam que para alcançar a tão sonhada Independência Financeira é preciso ter apenas um bom salário, um emprego estável e simplesmente não depender de outra pessoa. Isto aí, na opinião de muitos brasileiros, é a chave do sucesso. Mas é um erro pensar assim.

Para ter uma Independência Financeira legítima é preciso fazer com que seu dinheiro trabalhe inteiramente para você, isto é, fazer com que ele pague suas contas e ainda renda o suficiente para gastar com supérfluos. Claro, isso exige dedicação e disciplina, mas a boa notícia é que a Independência Financeira é algo que pode ser trabalhado por qualquer pessoa. "É claro que a satisfação não se resume as finanças, mas garantir um padrão de vida que traga segurança e conforto é fator muito importante", conta Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), do canal Dinheiro à Vista.

Se você deseja conquistar a Independência Financeira – tarefa nada impossível–, mas não sabe nem por onde começar, aqui está uma lista com alguns segredos que fazem toda a diferença na hora de começar a “ganhar salário” apenas com os rendimentos. Confira! 

#1 – CONHEÇA OS NÚMEROS DA SUA INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA
Quer viver bem daqui a alguns anos? Então defina qual padrão de vida exato deseja conquistar e com quantos anos, assim chegará a um valor que deve guardar mensalmente. E nada de deixar o dinheiro escondido embaixo do colchão. O ideal para viver bem, segundo especialistas, é acumular um capital que renda o dobro do que deseja ter mensalmente no futuro. Por exemplo: caso deseje obter uma aposentadoria privada R$ 2 mil por mês, seus investimentos precisarão render R$ 4 mil por mês. Assim, no futuro, você saca metade e deixa a outra metade rendendo, para que o dinheiro se recapitalize e se preserve. 

#2 – CORTE GASTOS DESNECESSÁRIOS
Caso tenha dificuldades para poupar mensalmente, corte gastos com coisas desnecessárias. Faça um diagnóstico financeiro por 30 dias, anotando todas as suas despesas, separando por categorias como alimentação, transporte, vestuário, educação, guloseimas, etc. Assim reconhecerá seu comportamento financeiro e saberá quais hábitos pode mudar para diminuir ou eliminar despesas e conseguir poupar para atingir o padrão de vida tão sonhado. Quer um bom exemplo de como diminuir despesas? Levar marmita e economizar no VR.

#3 – POUPE MENSALMENTE
Poucas pessoas têm o hábito de poupar mensalmente, especialmente para sonhos de longo e médio prazo, que é o caso da Independência Financeira. Para que você nunca perca o ritmo de economizar para comprar ou conquistar algo que almeja, tenha seus objetivos sempre em mente, pois eles irão te mover e motivar. E caso desanime, estipule também sonhos de curto prazo. Para eles faça poupanças diferentes, assim você não se sentirá frustrado por deixar de “aproveitar o hoje” porque estar “juntando dinheiro para amanhã”.

#4 – GASTE MENOS DO QUE VOCÊ GANHA
A verdadeira chave para a independência financeira é gastar menos do que você ganha. Simples assim. Evitar dívidas e ignorar os vizinhos (isto é, aqueles que gastam desenfreadamente hoje dizendo que “amanhã a Deus pertence”) é meio caminho andado, mas é necessário muita dedicação para gastar menos do que você ganha. Em primeiro lugar, você precisa controlar seus gastos e ver com o que você gasta seu dinheiro. Em seguida, você pode cortar os gastos desnecessários e manter as despesas mínimas para manter seu padrão de vida. Outra ideia a se pensar é criar uma renda extra, seja com a venda de coisas usadas na internet ou mesmo vendendo docinhos na faculdade, por exemplo. 

#5 – INVISTA NO FUNDO MAIS ADEQUADO
Invista os valores de sobras, rendas extras e o que é poupado mensalmente em fundos adequados para sonhos de longo prazo, como Previdência Privada, CDB e Títulos do Tesouro Direto. A ideia de criar uma carteira composta de ativos com diferentes características e tipos de rentabilidade seria para diminuir os riscos com as rentabilidades baixas, ou quem sabe negativas. Nestes casos, um bom planejamento ajuda na escolha dos investimentos que irão compor a sua carteira. Conhecer esses ativos também é bastante importante porque, a partir daí, você conseguirá selecionar os investimentos mais rentáveis.

#6 – FAÇA COM QUE A EQUAÇÃO RECEITA + DESPESA SEJA IGUAL A ZERO
Inclua nas despesas os valores mensais que serão poupados para a realização das suas metas de longo, médio e curto prazo. Não deixe nenhum centavo sem destino, pois dinheiro solto é dinheiro gasto sem perceber, acredite. Por isso, a soma da receita das despesas gerais e dos investimentos deve ser zero ou quase isso.

#7 – POUPE AO MENOS 10% DE SUA RENDA LÍQUIDA
Este é o padrão econômico que se deve adotar para ter uma vida financeira razoavelmente saudável. Se você recebe, por exemplo, R$ 2 mil reais líquidos, deve reter para investimentos 10% disso, ou seja, R$ 200 reais. Restarão R$ 1.800 que passa ser considerado o valor total para arcar com suas despesas, isto é, contas importantes como condomínio, aluguel, seguro do carro, IPVA, IPTU, etc. O ideal é separar a quantia a ser guardada assim que você recebe o salário, pois fica mais fácil controlar e evita que o dinheiro seja usado para outros fins.

#8 – USE A INTELIGÊNCIA FINANCEIRA A SEU FAVOR
Isso acontece quando usamos o crédito a nosso favor. Um exemplo: o desejo é comprar um carro novo e há dinheiro para pagar à vista, porém, ao invés de fazê-lo, opta-se pela compra de uma sala comercial e, com o preço do aluguel, paga-se a prestação do carro. É uma forma de alavancar o patrimônio, usando o crédito de forma inteligente. Entendeu? 

#9 – POSSUA CAPITAL FINANCEIRO MÍNIMO DE SOBREVIVÊNCIA (CFMS)
O Patrimônio Mínimo de Sobrevivência é aquele que você precisa ter para simplesmente poder dar um rumo em sua vida em caso de imprevistos como desemprego, doenças e outros que alterem ou até mesmo cessem sua renda. É simples calcular o quanto você deve ser no seu CFMS: basta multiplicar o seu gasto mensal por seis. Ex: Se você gasta R$1.500 /mês, seu CFMS dever ser de R$9.000. 

#10 – SEJA FLEXÍVEL COM SUAS ECONOMIAS 
Seja flexível e ajuste os seus gastos de acordo com sua situação financeira. Como assim? Bem, alguns anos estão sujeitos a serem financeiramente mais difíceis do que outros, e você precisa ser capaz de lidar com eles, aumentando e diminuindo os valores com o passar dos meses. Se você for demitido, por exemplo, corte despesas e se ajuste rapidamente. Não espere até que você tenha utilizado a sua poupança para cortar os gastos. 


Nathalia Marques