Retardar o envelhecimento e manter uma vida longa e saudável são metas de qualquer homem moderno. Mas, apesar dos avanços tecnológicos, a falta de medidas profiláticas adequadas, métodos terapêuticos preventivos e priorização de controle dos fatores de risco nos deixa mais distantes dessa realidade ideal. Por isso, você deve conhecer uma fórmula do verdadeiro Highlander: a Dieta do Tipo Sanguíneo.
Mas, em que consiste esta dieta? Primeiramente, você deve saber qual o tipo sanguíneo ao qual pertence (O, A, B ou AB). A partir disso, cada tipo sanguíneo possui uma gama de alimentos que compõem a nutrição correta para prevenir doenças e prolongar a vida com saúde. Segundo Emília Pinheiro, terapeuta ortomolecular, especialista em dieta do tipo, com medidas simples é possível prolongar a vida em até 35 anos e, o que é melhor, com muita qualidade de vida. “Os alimentos certos, de acordo com a individualidade biológica, a quantidade necessária e o modo correto de comer somam-se para produzir excelentes resultados. Se a pessoa está acima do peso, emagrecerá. Se for muito magra, chegará ao peso ideal”, aponta Emília.
Os alimentos são divididos em benéficos (capazes de prevenir e tratar doenças), neutros (que podem ser consumidos livremente sem gerar grandes benefícios ou malefícios) e os nocivos, que devem ser cortados de seu menu diário. É fundamental, antes de dar início a esta dieta, a opinião de seu médico pessoal ou de um ortomolecular.
Polêmica do glúten
Emília também aponta que um dos piores alimentos que existem, independente do tipo sanguíneo, é o glúten, presente no trigo, aveia, centeio e a cevada. "Em nome da saúde e da boa forma, o glúten deve ser banido de todos os cardápios. Alergistas, nutrólogos e nutricionistas do mundo todo chegaram há muito tempo a essa conclusão ao verificarem os vastos danos causados pela substância, entre eles a intolerância alimentar (fator que leva às alergias cutâneas, gases, desconforto abdominal e retenção de líquidos), a baixa imunidade, a cefaleia (enxaqueca), dores articulares, artrites e artroses, até aos estados depressivos e mau humor e a obesidade", aponta Emilia.