Falar sobre prostituição não é das tarefas mais fáceis, principalmente no Brasil, onde esta troca consciente de favores sexuais entre as pessoas causa tanta polêmica e divisão de opiniões. Disseminada há muito tempo no mundo inteiro, este trabalho é pouco aceito pela sociedade, que muitas vezes acusa o cliente de ser incapaz de conseguir o amor e, consequentemente manter relações sexuais com alguém sem pagar. Como em todo o ramo, existem os bons e maus profissionais e claro que neste segmento a coisa é um pouco pior, já que muitas jovens são aliciadas e forçadas a oferecer seu corpo, muitas vezes única maneira de sobreviver.
Outro problema, também muito sério e que atinge uma parcela da população é o vício em garotas de programa. O AreaH conversou com uma terapeuta sexual para saber quais males um 'relacionamento' com as chamadas mulheres da vida pode trazer e as consequências disso no ambiente familiar e profissional de quem sofre com este problema.
Como foi dito, a prostituição não é novidade pra ninguém, na Grécia antiga e em Roma, as garotas de programa eram desejadas pelos homens e vistas até mesmo com certo glamour. Nos dias de hoje o cenário mudou um pouco e essas moças fazem parte de uma espécie de submundo, sem muita atenção da sociedade. Porém ao andar pelo centro das grandes cidades é possível encontrar anúncios destas meretrizes do sexo em orelhões e casas noturnas, muitas delas bem luxuosas, espalhadas pelos quatro cantos. Ao adentrar um destes estabelecimentos é fácil dar de cara com executivos, advogados, médicos, muitas vezes casados e com um único propósito, sexo fácil.
Outra prática recorrente acontece com os jovens, sedentos por sexo e no auge da puberdade, os garotos são incentivados por amigos ou até mesmo pelo pai a perder a virgindade com prostitutas. Falando sobre o tema, a sexóloga do Instituto Kaplan Sandra Lima Vasques acredita que não é legal perder a virgindade com uma garota de programa.