Aos 50 anos, depois de ter dançado em presídios e churrascarias, a ex-chacrete trocou tudo pelo cinema pornô, onde os poucos filmes em que atuou lhe renderam o suficiente para saldar um apartamento. "Encaro a vida de frente, só assim consigo ter ânimo para continuar", afirma este verdadeiro exemplo de mulher brasileira.
Hoje em dia Rita Cadillac continua fazendo shows pelo Brasil com seu corpão e diz ainda não ter descoberto o real motivo por trás da fascinação do homem pela bunda. Agradecida pelo assédio de seus fãs, ela atribui a empatia que mantém com os presidiários, mineradores e operários a um "respeito mútuo", e garante que não influencia ninguém a seguir seu caminho.
Porém, a ex-chacrete amadrinhou sua sobrinha Cléo Cadillac, com quem posou para um ensaio sensual da revista Sexy em 2009. "Bom, eu a amadrinhei no mundo artistico ... se ela foi para o mundo pornô, foi escolha dela!", desabafa Rita Cadillac. Sem arrependimentos quanto ao seu passado, a dançarina diz já ter se acostumado a expor seu corpo ao ponto de considerar a situação "super normal", e que tanto a prostuição quanto a pornografia marcaram sua vida para sempre.