A Toyota apresentou as novas versões da pick-up Hilux e do SUV SW4. Repaginadas por dentro e por fora esses carros tem como missão continuarem líderes de seus segmentos, cada vez mais disputado no país.
A Hilux chega às lojas com uma variação de preço entre R$ 80.160 a R$ 141.920 do modelo de entrada ao top de linha. São R$ 61.760 que o comprador pode acrescentar em acessórios, que vão desde bancos em couro à câmbio automatizado e motor a diesel. Já o modelo SW4 parte de um valor mais alto. Aliás, o modelo de entrada é mais caro do que a versão completa da caminhonete, porém, a diferença entre o modelo básico e o top de linha não é tão acentuada. Com R$ 157 mil é possível adquirir a versão V6 com cinco lugares e câmbio manual e R$ 174,900 a top de linha, com troca de marchas automáticas, motor a diesel e espaço para sete ocupantes, uma diferença de 17,900 reais.
Por fora as diferenças se espalham pelos quatro cantos de ambos os modelos. Os para-choques foram remodelados e agora possuem vincos menos arredondados. A nova grade cromada é maior, que dá impressão de mais robustez aos modelos, as lanternas também cresceram além dos limites da lataria e perderam o arredondamento superior. A entrada de ar do capô permanece, com poucas alterações. As molduras laterais foram levemente redesenhadas, afim de dar impressão de movimento. Na traseira, as lanternas agora possuem cantos e vincos mais marcados e detalhes translúcidos. Apesar de dividirem o mesmo projeto, a SW4 apresenta leves diferenças na sua dianteira. As lanternas possuem desenho diferente e são equipadas com xenon e a parte inferior do para-choque, diferente da pick-up possui máscara negra.
Ambos os modelos trazem como grande inovação a introdução do motor 2.7 VVT-i Flex. Desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro, esse propulsor rende 163 cv com álcool e 158 cv com gasolina. As versões à diesel continuam à venda com o motor 3.0 turbo intercooler ou 2.7, que já eram utilizados pelos modelos até 2011. Outra inovação, agora apenas para a caminhonete, é a introdução da versão SRV Top, que passa a ser a opção mais completa (até então a opção SRV era o topo de linha), nesta configuração, o carro sai de fábrica com câmbio automático