Algumas pesquisas feitas em nome da ciência chamam a atenção não por sua utilidade potencial ou prática, mas pelo grande esforço feito para se chegar a conclusões aparentemente óbvias ou cômicas. Desde 1991, a revista de humor científico norte-americana Annals of Improbable Research (Anais da Pesquisa Improvável) honra essas pesquisas com o Prêmio IgNobel, que busca estimular a imaginação e o interesse público pela ciência e a tecnologia.
Embora devamos muitas de nossas facilidades atuais aos estudos científicos desenvolvidos exaustivamente por grandes figuras como Isaac Newton, Galileu e Albert Einstein, nem sempre os resultados são brilhantes. Por causa disso, o AreaH selecionou as sete pequisas mais estranhas levadas à cabo, e o pior, suas conclusões!
PESSOAS MAIS ALTAS GANHAM MAIS
Segundo um
estudo publicado recentemente pela empresa de consultoria e pesquisas norte-americana
The Economic Record, as pessoas mais altas ganham mais dinheiro que as mais baixas. Apesar dos baixinhos serem vistos como pessoas de personalidade forte, os pesquisadores concluíram que os indivíduos de maior estatura aparentam ser mais inteligentes e poderosos.
CHULÉ PSICOLÓGICO
Mesmo com a contribuição do suor e das bactérias, o principal motivo por trás do mau cheiro nos pés é a forma como você se sente a respeito disso, de acordo com os cientistas do
Shiseido Research Centre, na cidade japonesa de Yokohama. A conclusão do estudo, publicado no
British Journal of Dermatology, afirma que as pessoas que acreditam ter chulé realmente têm, e as que não pensam assim ficam livres do odor. O
projeto recebeu o Prêmio IgNobel em 1992.